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Justiça mantém prisão de DJ que vendia drogas sintéticas

ais de dois meses após a prisão, o DJ Patrike Noro de Castro, 33, acusado de vender drogas sintéticas em raves e festas de Carnaval ainda não conseguiu sua liberdade. O amigo dele, Diego de Lima Datto, 34, que também foi preso em fevereiro, conseguiu o habeas corpus no final da tarde de quarta-feira (08) e deve comparecer a 13ª Vara Criminal de Cuiabá para que sejam determinadas as medidas cautelares.

Os dois jovens foram presos após uma investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) que indicaram que eles vendiam drogas durante as baladas que participaram, inclusive com pagamentos parcelados no cartão de crédito. Nos apartamentos dos acusados foram encontrados comprimidos de ecstasy, LSD, anabolizantes, material abortivo, remédio para disfunção sexual e receituários em branco.

A decisão de soltura de Diego ocorreu na sessão da 1ª Câmara Criminal de terça-feira (07). Segundo o advogado de defesa, Reinaldo Ortigara, o pedido de prisão “carece de fundamentação idônea, uma vez que genérica e amparada na gravidade em abstrato do delito, não se prestando a mantença da prisão”.

Ortigara também argumentou que a prisão preventiva está sendo utilizada como antecipação de eventual pena, o que é inadmissível.

Tendo em vista as provas e fatos apresentados, o desembargador Paulo da Cunha, relator do processo, votou por “revogar a prisão preventiva, mediante a fixação de medidas cautelares menos onerosas”.

Entre as medidas cautelares que podem ser impostas pela Justiça estão o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de sair de casa no período noturno e aos domingos, além de comparecimento mensal no Tribunal para declarar suas atividades.

FONTE: Gazeta Digital
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